janeiro 31, 2010

(Por Isabel Rios Piñeiro* – Fonte: Administradores)
As mudanças presentes na nossa realidade atual e futura precisam incluir mudanças de crenças, valores e hábitos que nos levem a uma maior resiliência e ao desenvolvimento de ferramentas e estratégias para não sermos surpreendidos com doenças advindas do stress. Se entrarmos num ciclo de cansaço, de menor energia, motivação ou criatividade, nosso rendimento diminui, nosso marketing pessoal não fica tão bom, pois automaticamente nossa auto-estima é atingida.
Mas o que é o stress? Stress caracteriza um estado de tensão que causa uma ruptura no equilíbrio interno do organismo. É por isso que, às vezes, em momentos de desafios, nosso coração bate rápido demais, o estômago não consegue digerir a refeição e a insônia ocorre. Em geral, o corpo todo funciona em sintonia, como uma grande orquestra. A orquestra do corpo toca o ritmo da vida com equilíbrio preciso. Mas quando o stress ocorre, esse equilíbrio chamado de homeostase, é quebrado e não há mais entrosamento entre os vários órgãos do corpo.
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Comportamento | Etiquetado: Mecanismo de defesa, Mudanças, Pressão, Resiliência, Síndrome da Adaptação Geral, Stress, Tensão |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
janeiro 31, 2010

(Por: Dulce Magalhães. Fonte: AMANHÃ)
“Fazemos escolhas baseadas no que esperam de nós – e não no que achamos melhor para nós”, afirma Dulce Magalhães, colunista de AMANHÃ
O desafio de fazer uma escolha não é a escolha em si, mas ser capaz de abrir mão de tudo que não foi escolhido. Se pudéssemos escolher e manter também o não escolhido seria fácil, fácil fazer escolhas, não é? O duro mesmo é a renúncia. Que dureza decidir. E assim é com tudo na vida, não dá para ter tudo ao mesmo tempo agora. Pode ser tudo, mas uma coisa de cada vez e numa progressão de tempo que não atende ao nosso desejo mágico de simultaneidade. Claro que há coisas que podem e são simultâneas, mas essas não nos dão angústia, porque não exigem decisão. É a escolha que nos angustia, que nos tira do centro, que nos faz repensar valores, prioridades, responsabilidades. É para isso mesmo que vivemos o dilema das decisões, para nosso autoconhecimento. O desconforto da escolha nada mais é do que um chacoalhão para sairmos de nosso espaço já conhecido e muito habitado de mundo e nos aventurarmos a olhar um cenário mais amplo da vida.
Há todo um potencial contido em cada escolha. As coisas podem não correr do jeito que pensamos e até podemos concluir que aquele caminho foi um erro. Porém, de fato, todo caminho nos ajuda a compreender um pouco mais dessa habilidade incrível que é caminhar. E a chave para abrir esse portal de oportunidades são as escolhas. Cada decisão nos leva a inéditos conceitos sobre quem somos e o que queremos, mesmo que nossa escolha seja manter tudo como está – isso fala mais de nós do que imaginamos. Eleger algo é definir que tipo de vida queremos naquele momento.
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Geral | Etiquetado: Desafio, Escolha, Tomada de Decisão |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
janeiro 31, 2010

(Por Flávio Martins da Costa- Fonte: RH.com.br)
As organizações interagem a todo o momento com o ambiente externo em que estão inseridas, recebendo influencias dele e muitas vezes o influenciando e as pessoas têm papel ativo neste processo interativo. Ao trabalhar de forma reativa ou pró-ativa com os problemas da interação com o ambiente externo ou ao lidar com questões internas o grupo, através de seu conjunto ou influenciado pelos seus líderes, transforma o sucesso ou o insucesso das suas experiências em pressupostos, que se consolidam e evoluem para princípios, valores, códigos, conhecimentos, técnicas, regras etc. É este conjunto de valores, crenças e modo de agir das pessoas que compõem o grupo da organização que chamamos de “cultura organizacional”.
Sour (1998) identifica quatro campos do saber para análise da cultura nas organizações que são:
- o saber ideológico que é composto de evidências doutrinárias, não-demonstráveis, retóricas;
- o saber científico que é composto de evidências explicativas, demonstráveis;
- o saber artístico que corresponde às expressões estéticas;
- o saber técnico, que inclui os procedimentos, regras operatórias, “know-how”.
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Gestão Com Pessoas | Etiquetado: Ambiente Externo, Cultura Organizacional, Estrutura Organizacional, Mudanças |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
setembro 20, 2009

(Por Jerônimo Mendes* – Fonte: Gestão de Carreira)
Nas minhas andanças pelas empresas tenho constatado um número cada vez maior de profissionais carentes, apreensivos, cheios de dúvidas e infelizes, apesar de estarem bem colocados no mercado de trabalho e receberem bons salários se comparados à realidade geral do país. Depois de uma palestra ou mesmo durante o desenvolvimento de um projeto de consultoria, profissionais de todas as idades vão se aproximando aos poucos e num gesto de desabafo entregam suas vidas e problemas na esperança de encontrar um novo alento ou uma luz no fim do túnel para suas trajetórias equivocadas no mundo corporativo.
Fazer o que se gosta é muito diferente de gostar do que se faz. Se fosse possível optar, creio que mais de 90% das pessoas mudaria de ocupação a fim de se encontrar na vida profissional, porém as estatísticas comprovam e a experiência nos ensina que a diferença entre o sonho e a realidade é um abismo. Fazer o que se gosta é praticamente um projeto de vida, algo que se deve perseguir incansavelmente com muita energia e disposição, foco e persistência, clareza de idéias e de pensamentos, independentemente do resultado financeiro. Isso deve ser uma conseqüência natural quando se encontra a verdadeira vocação.
O fato de muitos indivíduos não se encontrarem na profissão ou não fazerem aquilo que gostam nos leva a outra reflexão. Isso não lhes dá o direito de fazerem mal algo para o qual foram contratados, portanto, muito mais do que energia e disposição, é necessário ter consciência de que no mundo competitivo atual não há mais espaço para pessoas carrancudas, negativas ou pessimistas, cuja maior alegria no ambiente de trabalho é maldizer a empresa de onde se tira o próprio sustento, um verdadeiro paradoxo e um péssimo exemplo. Quando isso ocorre, há de se lembrar que sempre existe alguém disposto a trabalhar o dobro pela metade do preço.
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Comportamento | Etiquetado: Ética, Escolha, Mundo Corporativo, Projeto de Vida, Satisfação Profissional, Sobrevivência, Vocação |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
julho 12, 2009

(Fonte: Revista Você RH)
Uma das técnicas mais requeridas pelo profissional de RH atualmente virou commodity. Saiba o que fazer para não se deixar guiar pelo modismo nem por pseudocoaches de plantão
Primeiro foram os consultores. Depois, as empresas de recolocação de profi ssionais. Daí, vieram os MBAs. E, hoje, a solução corporativa que mais cerca os executivos de recursos humanos se chama coaching. Essa técnica, popularizada nas empresas entre os anos 1990 e 2000, ganhou adeptos no mundo todo por dois motivos. Pela necessidade de os profissionais conversarem sobre desempenho e receber feedback sobre seus resultados na organização e porque as empresas constataram que investir seu dinheiro no desenvolvimento de seus melhores funcionários é muito mais vantajoso do que aplicar cursos de massa para todos.
O resultado foi a explosão do coaching executivo — do lado de quem investe e, especialmente, do lado de quem vende o serviço. No ano passado, essa atividade movimentou nos Estados Unidos 2,4 bilhões de dólares. Mais de 40% dos CEOs e 90% dos altos executivos americanos já utilizaram a técnica. Na Inglaterra, segundo a Bristol University, 88% das organizações também são adeptas da prática atualmente. No Brasil não há dados consolidados. De acordo com a recém criada Sociedade Brasileira de Coaching, entre 2007 e 2008 houve um crescimento na busca por certificação de coaching na ordem de 300%. E a tendência, segundo eles, é continuar nesse ritmo.
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira