A Ótica da Era Digital para Gestão de Pessoas

Julho 14, 2008

(Por Simone Murta Cardoso- Fonte: RH.com.br)

Algumas críticas têm sido feitas a fim de destacar a dificuldade de conciliação entre uso da tecnologia da informação com questões relacionadas a socialização empresarial, desenvolvimento da cultura organizacional, comprometimento e motivação, dentre outros. Há a dificuldade em conciliar os conhecimento anteriormente adquiridos e a nova realidade que se apresenta, ao mesmo tempo em que se observa que o uso da tecnologia em educação a distância, treinamentos mediados por computador ou teletrabalho não exclui ou impede os relacionamentos interpessoais, transforma-os. A razão do conflito pode estar no fato de se olhar questões novas através de lentes criadas para outra realidade; com uma “mentalidade da Era Industrial” querer reconhecer a “Era da Informação”.

O mercado de trabalho atual apresenta características bastante diferentes do quadro apresentado no período anterior. Os nomes dados são vários: Era do Conhecimento ou da Informação, Pós-industrial ou Pós-emprego, ou ainda a Terceira Onda de Alvin Toffler; o fato é que tudo muda e devemos mudar a forma de análise e, assim, buscarmos soluções condizentes com as características atuais de mercado. Conhecimentos, técnicas e métodos são gerados em função e para a realidade vivida. Mas, erroneamente, continuamos analisando sob ângulos antigos ou aplicando velhas soluções a novos problemas. As soluções adequadas ao período industrial não se aplicam à realidade que vivemos hoje.

Por mais paradoxal que possa parecer, quanto mais sofisticada e acessível a um número maior de pessoas a tecnologia se torna, mais é reconhecido o valor do capital humano como vantagem competitiva das empresas. Isto enfatiza o caráter de ferramenta da tecnologia, freqüentemente subutilizada, e não como um concorrente ou substituto do trabalho humano. Assim como o arado foi para o período agrícola e a máquina a vapor para o período industrial, hoje dispomos da informática como ferramenta na substituição de atividades repetitivas e automatizadas, que prescindem de características basicamente humanas como criatividade, intuição e inteligência. O que conta não é o quanto de tecnologia de que se dispõe, mas se o uso que se faz dela faz diferença no resultado final do produto ou serviço apresentado ao cliente. Supunha-se, anteriormente, que a utilização da tecnologia iria melhor as atividades existentes, mas as conseqüências são bem mais abrangentes, levando à necessidade de toda uma restruturação no ambiente empresarial e nas formas de gestão.

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ÉTICA: Esta conduta vale ouro!

Julho 12, 2008

(Por Marizete Furbino* - Fonte: Gestão de Carreira)

“Nossos fracassos são, às vezes, mais frutíferos que os êxitos.”
(Henry Ford)

Em um mundo globalizado, onde a competitividade é extremamente acirrada, a conduta do profissional faz toda diferença e possui o poder de estabelecer as regras do jogo; portanto, o profissional que possui uma conduta ética ao exercer sua profissão irá não apenas destacar-se dos demais, mas posicionar-se no mercado com um diferencial, o que irá contribuir e muito para que o mesmo permaneça no mercado por um longo tempo, tendo sua carreira, além de consolidada, respeitada.

Admite-se que o profissional, cujo pilar de suas ações seja baseado na ética, além de possuir conhecimento e fazer uso do código de ética de sua profissão, age com integridade e transparência. A Integridade no exercício da função significa agir em conformidade com seus princípios morais e valores, sem prejudicar as demais pessoas em sua volta, zelando e preocupando sempre com a boa reputação de seu nome.

Desta forma, o profissional ético, preocupa-se de forma obstinada com sua imagem, pois, tem plena consciência de que mesmo tendo muito conhecimento, competência e talento, caso obstrua sua imagem, sua permanência no mercado ficará comprometida, correndo-se então enorme risco de ser expulso do mesmo. Por esta razão, além de agir como um intra-empreendedor, preocupando em edificar a empresa onde atua, age com muita transparência e seriedade, tendo sempre o cuidado de agir em conformidade com a ética.

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Em Sintonia com os Valores e a Cultura Organizacional

Julho 5, 2008

(Cirque du Soleil - La Nouba – Acrobacia)

 

Esta belíssima apresentação do Cirque du Soleil pode exemplificar a ação de um RH Estratégico e de cada colaborador para alcançar um mesmo objetivo.

 

A equipe de trabalho precisa estar em sintonia com os valores e a cultura da empresa para atingir os objetivos organizacionais. É necessário um sincronismo entre o fazer de cada colaborador, suas competências e seus valores. Cada um é importante no papel que desempenha e para o resultado esperado pela empresa.

 

O papel de um RH estratégico é colocar os colaboradores  em sintonia com os objetivos da empresa, atuando  como agente de disseminação das estratégias e das metas organizacionais, garantindo o alinhamento das ações voltadas para a Gestão de Pessoas com o negócio da organização e, conseqüentemente, com o alcance dos resultados.

 

 (Por Soraya Romano de Oliveira)

 


Prevenção de conflitos na empresa: é preciso ter percepção e saber motivar mudanças

Julho 4, 2008

(Por Sandra Cruz* - Fonte: HSM On-line)

Para falarmos sobre prevenção de conflitos, creio ser oportuno começarmos por entender o que é conflito e por que eles surgem. Uma das definições mais elucidativas que já ouvi diz que conflito é “qualquer situação onde exista uma oposição pessoal, interpessoal ou grupal sobre algum interesse ou valor. Essas oposições surgem quando as pessoas contestam idéias, atitudes e/ou comportamentos, se apegam aos seus pontos de vista e lutam por eles, muitas vezes de forma irracional.”

Sabemos que os conflitos se originam no processo de comunicação humana, na maioria das vezes, inconscientemente. De forma geral, não temos a intenção de gerar ou participar de uma situação conflituosa e desgastante. Mesmo assim, freqüentemente nos damos conta de que já estamos envolvidos em uma dessas situações, sem saber exatamente como ela começou.

Para aprofundar um pouco mais este tema, precisamos entender melhor o processo básico de comunicação, o qual surge da interação e da intenção do emissor em transmitir uma mensagem ao(s) receptor (es), independente do meio que se utiliza para tal. Parece simples, não é mesmo? Porém, o que vemos acontecer, na prática, é uma grande dificuldade em se atingir este objetivo.

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Comunicação é tudo!

Julho 1, 2008

(Por Adm. Marizete Furbino*)

“Não existe nada permanente, exceto a mudança”.

(Heráclito de Éfeso)

Assim como na vida pessoal, na vida profissional a comunicação é fundamental.

É através da comunicação que alcançamos sinergia dentro de uma organização, uma vez que a comunicação nos permite unir forças, promover a integração e o inter-relacionamento entre pessoas e departamentos, permitindo que, todos além de conhecer, atuem de maneira a cooperar e a colaborar, somando forças e caminhando de forma interagida em prol dos objetivos organizacionais, procurando alcançar sempre a obtenção da maximização dos resultados, por meio de um trabalho em equipe.

A organização deve aprender a valorizar cada mensagem recebida, para atuar em prol da melhoria contínua.

Vivemos em um mundo globalizado, na era da incerteza, mundo recheado de mudanças constantes, onde a comunicação tem o seu valor, portanto, só poderão fazer o diferencial no mercado, as empresas que aprenderem a se comunicar, a trabalhar de forma interligada e inter-relacionada, somando forças, gerando assim, cada vez mais know-how, e por sua vez, agregação de valor, o que é essencial no processo de crescimento e expansão dos negócios, uma vez que, contribui e muito para que a empresa otimize seus resultados e se transforme em um diferencial competitivo, neste mercado onde a competitividade é demasiadamente acirrada. Além da valorização das pessoas envolvidas no processo organizacional, as empresas deverão apostar na comunicação de seus objetivos, onde, o ideal é haver sempre feedback da comunicação realizada, a fim de construir e manter relacionamentos harmoniosos , fortificando então, a relação não só dos clientes internos, mas de todos os stakeholders envolvidos no processo organizacional, permitindo surgir e manter um elo de ligação entre todos, além de promover e colaborar para perpetuar um ambiente harmonioso e o compartilhamento de idéias e valores, onde a idéia de parceria estará presente em tudo que se faça e em todos.

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