Setembro 20, 2009

(Por Jerônimo Mendes* – Fonte: Gestão de Carreira)
Nas minhas andanças pelas empresas tenho constatado um número cada vez maior de profissionais carentes, apreensivos, cheios de dúvidas e infelizes, apesar de estarem bem colocados no mercado de trabalho e receberem bons salários se comparados à realidade geral do país. Depois de uma palestra ou mesmo durante o desenvolvimento de um projeto de consultoria, profissionais de todas as idades vão se aproximando aos poucos e num gesto de desabafo entregam suas vidas e problemas na esperança de encontrar um novo alento ou uma luz no fim do túnel para suas trajetórias equivocadas no mundo corporativo.
Fazer o que se gosta é muito diferente de gostar do que se faz. Se fosse possível optar, creio que mais de 90% das pessoas mudaria de ocupação a fim de se encontrar na vida profissional, porém as estatísticas comprovam e a experiência nos ensina que a diferença entre o sonho e a realidade é um abismo. Fazer o que se gosta é praticamente um projeto de vida, algo que se deve perseguir incansavelmente com muita energia e disposição, foco e persistência, clareza de idéias e de pensamentos, independentemente do resultado financeiro. Isso deve ser uma conseqüência natural quando se encontra a verdadeira vocação.
O fato de muitos indivíduos não se encontrarem na profissão ou não fazerem aquilo que gostam nos leva a outra reflexão. Isso não lhes dá o direito de fazerem mal algo para o qual foram contratados, portanto, muito mais do que energia e disposição, é necessário ter consciência de que no mundo competitivo atual não há mais espaço para pessoas carrancudas, negativas ou pessimistas, cuja maior alegria no ambiente de trabalho é maldizer a empresa de onde se tira o próprio sustento, um verdadeiro paradoxo e um péssimo exemplo. Quando isso ocorre, há de se lembrar que sempre existe alguém disposto a trabalhar o dobro pela metade do preço.
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Comportamento | Etiquetado: Ética, Escolha, Mundo Corporativo, Projeto de Vida, Satisfação Profissional, Sobrevivência, Vocação |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
Julho 12, 2009

(Fonte: Revista Você RH)
Uma das técnicas mais requeridas pelo profissional de RH atualmente virou commodity. Saiba o que fazer para não se deixar guiar pelo modismo nem por pseudocoaches de plantão
Primeiro foram os consultores. Depois, as empresas de recolocação de profi ssionais. Daí, vieram os MBAs. E, hoje, a solução corporativa que mais cerca os executivos de recursos humanos se chama coaching. Essa técnica, popularizada nas empresas entre os anos 1990 e 2000, ganhou adeptos no mundo todo por dois motivos. Pela necessidade de os profissionais conversarem sobre desempenho e receber feedback sobre seus resultados na organização e porque as empresas constataram que investir seu dinheiro no desenvolvimento de seus melhores funcionários é muito mais vantajoso do que aplicar cursos de massa para todos.
O resultado foi a explosão do coaching executivo — do lado de quem investe e, especialmente, do lado de quem vende o serviço. No ano passado, essa atividade movimentou nos Estados Unidos 2,4 bilhões de dólares. Mais de 40% dos CEOs e 90% dos altos executivos americanos já utilizaram a técnica. Na Inglaterra, segundo a Bristol University, 88% das organizações também são adeptas da prática atualmente. No Brasil não há dados consolidados. De acordo com a recém criada Sociedade Brasileira de Coaching, entre 2007 e 2008 houve um crescimento na busca por certificação de coaching na ordem de 300%. E a tendência, segundo eles, é continuar nesse ritmo.
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Geral |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
Maio 27, 2009

(Por Osni Gomes* – Fonte: Melhorias.com.br)
A pessoa que permite que a inferioridade faça parte do seu dia a dia de trabalho contrai uma espécie de doença que paralisa suas aspirações e perspectivas. Em contrapartida, aquele que não se satisfaz com o razoável, com o mais ou menos e com o bom, e sempre se aplica ao máximo para conseguir o melhor, apesar dos obstáculos, é um forte candidato a conquistar o prêmio de em algum momento de sua vida sair do grupo dos medianos e se deslocar para o grupo dos que se destacam. São estes que conseguem perceber a diferença entre o “bom” e o “melhor”. São os que não admitem entregar um trabalho de má qualidade ou cheio de remendos.
É muito fácil encontrar pessoas reclamando da sorte e que são incapazes de ver que a posição que ocuparão amanhã é consequência direta de como agem hoje. Para se alcançar o último degrau da escada é necessário pisar antes nos degraus intermediários. O que se faz hoje, agora, tem o poder de abrir ou fechar portas.
Não é muito eficaz ficar esperando que algo de extraordinário aconteça e torne o mundo colorido. Espertos são os que captam oportunidades escondidas em trabalhos aparentemente comuns e sem importância. São muitos os que não saem do comodismo, que sempre fazem as mesmas coisas da mesma maneira, que pensam pouco e são quase que totalmente operacionais, não almejando uma forma de se diferenciar. Logicamente sair do comodismo requer coragem para assumir riscos, resistência a vários tipos de pressão, paciência e disposição, com uma boa dose de humildade para reconhecer os eventuais erros de percurso, aprender com eles, além de assumir crises e pedir socorro.
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Comportamento | Etiquetado: Aspirações, Comodismo, Comprometimento, Esforço, Oportunidades, Perspectivas |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
Março 1, 2009

(Por Sérgio Compagnoli – Fonte: RH Portal)
A referência abaixo está no livro “A Empresa Totalmente Voltada Para o Cliente” de Richard Whiteley (Editor Campus, página 121). Reproduzo o caso aqui com outro propósito, diverso daquele do autor. Faço-o para ilustrar um imperativo da Gestão de Pessoas: (re) descobrir as potencialidades do time profissional. Resumirei o caso para os meus propósitos: A oportunidade estava em algo que não cheirava bem. Nos anos Joban Kosan, uma mineradora de carvão do Japão, estava em vias de desaparecer. Além da pouca rentabilidade do produto, o carvão, ela se deparava com um problema sério: a maioria das terras da empresa estava inundada por água impregnada de enxofre, que inundava as minas e criava piscinas de água amarelada e fétida. A direção da empresa queria utilizar as terras para outros fins. Entretanto, o que faria com aquela água? E aquele cheiro do enxofre, não seria um problema permanente? O que fazer com os empregados da mina?“Foi ai que alguém teve uma idéia de gênio. Não tente se livrar da água; use-a. 60 a
Atualmente, a Joban é famosa, não por suas minas de carvão (há muito abandonadas), mas como uma agradável estância de fontes sulfurosas quentes!”. O empreendimento de sucesso são as Estâncias Havaianas Joban Spa. “O Gerente Geral do spa é um antigo mineiro de carvão; o responsável pela qualidade veio de uma fundição associada”. O caso ilustra muita coisa sobre administração de negócios: empreendedorismo, visão estratégica, criatividade, inovação, etc. Mas o foco que pretendo sublinhar é o da Gestão de Pessoas. Em primeiro lugar, note que a empresa estava preocupada com “o que fazer com os empregados da mina”; em segundo, observe que o Gerente Geral é um antigo mineiro de carvão. Sabemos que as condições de relações do trabalho no Japão eram e ainda são, muito diferentes das do mundo ocidental; as peculiaridades culturais do Japão contribuem muito para isso. Porém, esse fato, em nada diminui o comportamento ético adotado pela empresa; ao contrário coloca-o em evidência. Empresas são organismos com responsabilidade social e suas condutas refletem-se na sociedade.
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Gestão Com Pessoas | Etiquetado: Gestão de Pessoas, Potencial, Produtividade, Qualidade, Relações de Trabalho, Responsabilidade Social, Talento, Time Profissional |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira
Dezembro 28, 2008

(Por Sonia Jordão – Fonte: O Gerente)
Diz um ditado popular: “Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, vamos continuar obtendo o que sempre obtivemos”. Geralmente em tempos de crise, quando há algum risco, precisamos assumir nossas responsabilidades, ser ágeis, capazes de comunicar e antecipar os acontecimentos. Crises têm sido uma constante em todos os âmbitos, por isso não é bom que sejam vistas como catástrofes; mais adequado seria que a considerássemos como uma purificação ― que, aliás, é o significado etimológico da palavra crise ― momento de crescimento. A vida é cheia de altos e baixos, por isso nos períodos bons precisamos nos preparar e nos guardar para os períodos ruins.
Os trabalhadores precisarão se ver como empresários independentes, ter uma marca especial: “você”. Terão que “vender” seus serviços, seu trabalho. Mesmo sendo para um só cliente: seu patrão.
Nesse mundo globalizado, fazemos diversas escolhas, mas precisamos aprender a nos conhecer, a gerir nossos atos e a nós mesmos. Em breve, muito do que sabemos hoje não será tão importante. O difícil é saber o que esquecer. Temos que gerenciar o presente, esquecer as coisas do passado de maneira seletiva e procurar ter combustível suficiente para o futuro. É importante entender que atualmente o conhecimento tem “prazo de validade” cada vez menor. Por isso, precisamos identificar nossas prioridades.
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Comportamento | Etiquetado: Crise, Mudanças, Oportunidade, Risco, Sucesso |
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Escrito por Soraya Romano de Oliveira