Não Faça o Bom. Faça o Melhor!

Maio 27, 2009

ambição

(Por Osni Gomes* – Fonte: Melhorias.com.br)

A pessoa que permite que a inferioridade faça parte do seu dia a dia de trabalho contrai uma espécie de doença que paralisa suas aspirações e perspectivas. Em contrapartida, aquele que não se satisfaz com o razoável, com o mais ou menos e com o bom, e sempre se aplica ao máximo para conseguir o melhor, apesar dos obstáculos, é um forte candidato a conquistar o prêmio de em algum momento de sua vida sair do grupo dos medianos e se deslocar para o grupo dos que se destacam. São estes que conseguem perceber a diferença entre o “bom” e o “melhor”. São os que não admitem entregar um trabalho de má qualidade ou cheio de remendos.

É muito fácil encontrar pessoas reclamando da sorte e que são incapazes de ver que a posição que ocuparão amanhã é consequência direta de como agem hoje. Para se alcançar o último degrau da escada é necessário pisar antes nos degraus intermediários. O que se faz hoje, agora, tem o poder de abrir ou fechar portas.

Não é muito eficaz ficar esperando que algo de extraordinário aconteça e torne o mundo colorido. Espertos são os que captam oportunidades escondidas em trabalhos aparentemente comuns e sem importância. São muitos os que não saem do comodismo, que sempre fazem as mesmas coisas da mesma maneira, que pensam pouco e são quase que totalmente operacionais, não almejando uma forma de se diferenciar. Logicamente sair do comodismo requer coragem para assumir riscos, resistência a vários tipos de pressão, paciência e disposição, com uma boa dose de humildade para reconhecer os eventuais erros de percurso, aprender com eles, além de assumir crises e pedir socorro.

Leia o resto deste post »


Redescobrindo Pessoas

Março 1, 2009

profissionais

(Por Sérgio Compagnoli – Fonte: RH Portal)

A referência abaixo está no livro “A Empresa Totalmente Voltada Para o Cliente” de Richard Whiteley (Editor Campus, página 121). Reproduzo o caso aqui com outro propósito, diverso daquele do autor. Faço-o para ilustrar um imperativo da Gestão de Pessoas: (re) descobrir as potencialidades do time profissional. Resumirei o caso para os meus propósitos: A oportunidade estava em algo que não cheirava bem. Nos anos Joban Kosan, uma mineradora de carvão do Japão, estava em vias de desaparecer. Além da pouca rentabilidade do produto, o carvão, ela se deparava com um problema sério: a maioria das terras da empresa estava inundada por água impregnada de enxofre, que inundava as minas e criava piscinas de água amarelada e fétida. A direção da empresa queria utilizar as terras para outros fins. Entretanto, o que faria com aquela água? E aquele cheiro do enxofre, não seria um problema permanente? O que fazer com os empregados da mina?“Foi ai que alguém teve uma idéia de gênio. Não tente se livrar da água; use-a. 60 a

Atualmente, a Joban é famosa, não por suas minas de carvão (há muito abandonadas), mas como uma agradável estância de fontes sulfurosas quentes!”. O empreendimento de sucesso são as Estâncias Havaianas Joban Spa. “O Gerente Geral do spa é um antigo mineiro de carvão; o responsável pela qualidade veio de uma fundição associada”. O caso ilustra muita coisa sobre administração de negócios: empreendedorismo, visão estratégica, criatividade, inovação, etc. Mas o foco que pretendo sublinhar é o da Gestão de Pessoas. Em primeiro lugar, note que a empresa estava preocupada com “o que fazer com os empregados da mina”; em segundo, observe que o Gerente Geral é um antigo mineiro de carvão. Sabemos que as condições de relações do trabalho no Japão eram e ainda são, muito diferentes das do mundo ocidental; as peculiaridades culturais do Japão contribuem muito para isso. Porém, esse fato, em nada diminui o comportamento ético adotado pela empresa; ao contrário coloca-o em evidência. Empresas são organismos com responsabilidade social e suas condutas refletem-se na sociedade.

Leia o resto deste post »


Sobrevivendo em Épocas de Mudanças e Crises

Dezembro 28, 2008

oportunidades1

(Por Sonia Jordão – Fonte: O Gerente)

Diz um ditado popular: “Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, vamos continuar obtendo o que sempre obtivemos”. Geralmente em tempos de crise, quando há algum risco, precisamos assumir nossas responsabilidades, ser ágeis, capazes de comunicar e antecipar os acontecimentos. Crises têm sido uma constante em todos os âmbitos, por isso não é bom que sejam vistas como catástrofes; mais adequado seria que a considerássemos como uma purificação ― que, aliás, é o significado etimológico da palavra crise ― momento de crescimento. A vida é cheia de altos e baixos, por isso nos períodos bons precisamos nos preparar e nos guardar para os períodos ruins.

Os trabalhadores precisarão se ver como empresários independentes, ter uma marca especial: “você”. Terão que “vender” seus serviços, seu trabalho. Mesmo sendo para um só cliente: seu patrão.

Nesse mundo globalizado, fazemos diversas escolhas, mas precisamos aprender a nos conhecer, a gerir nossos atos e a nós mesmos. Em breve, muito do que sabemos hoje não será tão importante. O difícil é saber o que esquecer. Temos que gerenciar o presente, esquecer as coisas do passado de maneira seletiva e procurar ter combustível suficiente para o futuro. É importante entender que atualmente o conhecimento tem “prazo de validade” cada vez menor. Por isso, precisamos identificar nossas prioridades.

Leia o resto deste post »


MENSAGEM DE FIM DE ANO

Dezembro 13, 2008

(Por * Thomas A. Case – Fonte: Catho OnLine)

natal

Final de ano. Natal. Ano Novo. É tempo de comemorar as coisas boas que aconteceram durante o ano que está terminando, e tempo de fazer planos para o ano que está começando. Imagine 365 dias só de coisas boas! Boas como estar ao lado da família, como realizar sonhos ou encontrar uma ótima oportunidade no mercado de trabalho.

Final de ano. As esperanças se renovam, e nosso coração se enche de alegria e paz. Desejos de que o ano que começa seja melhor, sempre melhor, muito melhor. Promessas de se dedicar mais aos amigos, de dar mais atenção às pessoas queridas, de cuidar mais da saúde, de se preocupar mais com a sua vida profissional.

Para muitos, o final de ano tem, ainda, um sentido religioso: o nascimento de Jesus. O surgimento de um novo tempo. A lembrança de um acontecimento único, um momento mágico.

Leia o resto deste post »


Os medos dos profissionais

Novembro 9, 2008

medo

(Por Daniel Limas  – Fonte: Catho Notícias – Especial – 31/10/2008)

De um lado, estão as empresas, que exigem que seus funcionários cumpram metas e prazos agressivos, sejam pró-ativos, criativos, ousados, trabalhem em equipe, entre uma série de funções. No outro lado, existe o próprio funcionário, que, por conta dessas exigências, vive se perguntando se ele está no caminho certo, se é um bom profissional, se age de acordo com os ideais da organização. E rodeando esses dois lados, está o medo, sentimento comum a todos os seres humanos. Saiba que o medo, na medida exata, pode ser benéfico. Mas, em exagero, pode atrapalhar, e muito, a sua carreira.

O medo é fundamental para a sobrevivência das espécies, segundo os especialistas. Pois sem o medo, seria fácil encontrar um rato enfrentando um leão ou um motorista dirigindo sem nenhum cuidado ou atenção. No entanto, a importância e o peso que esse sentimento tem muda conforme a cultura do país. “No Japão, por exemplo, perder o emprego é visto de forma dramática. Em casos extremos, muitos chegam a cometer o suicídio”, explica José Roberto Heloani, professor da Fundação Getúlio Vargas e autor do livro Assédio Moral no Trabalho, da editora Cengage Learning.

No campo profissional, o impacto do medo nas pessoas foi mais fortemente percebido nas duas ou três últimas décadas. E isso não significa que nossos pais não tivessem medo de perder o emprego ou temer o insucesso. Com o desenvolvimento da economia, houve o crescimento do medo. Assim como a economia é muito dinâmica, as empresas passaram a exigir que seus funcionários também se tornassem mais competitivos e acompanhassem as constantes mudanças nas organizações. “Se num passado recente, nossos pais permaneciam 20 ou 30 anos em uma mesma empresa, hoje, essa realidade é completamente diferente. Antes, as funções eram claras. Hoje, as regras podem mudar a qualquer momento, e isso gera uma série de temores e fantasmas”, explica José Roberto Heloani.

Leia o resto deste post »