As empresas de hoje valorizam muito mais do que sua experiência profissional. Elas buscam pessoas capacitadas, de grande ética, que saibam liderar e inspirar pessoas, motivando todos à sua volta e que consigam também se automotivar. O perfil de seus parceiros e colaboradores são definidos a partir da preocupação com o capital intelectual e a ética.
Marketing Pessoal é uma ferramenta eficiente de fazer com que seus pensamentos e atitudes, sua apresentação e comunicação, trabalhem a seu favor no ambiente profissional. Marketing pessoal é a expressão do que o indivíduo verdadeiramente é.
Uma pessoa com talento e competência suficiente para exercer a sua atividade, que pratique e aperfeiçoe constantemente o seu Marketing Pessoal, pode chegar ao topo, elevando o seu nível de notoriedade e imagem. Leia o resto deste post »
• A Universidade de Wisconsin, nos EUA, concluiu que as pessoas tristes têm maior atividade na parte frontal direita do córtex cerebral, reduzindo a produção de células de defesa do organismo. Já as otimistas ativariam mais o lado esquerdo do cérebro, com reflexos na capacidade imunológica.•
Pesquisa realizada no Instituto Nacional do Câncer constatou que as mulheres com câncer de mama que conseguem encarar a doença com otimismo produzem uma substância positiva no próprio sangue, com aumento de um tipo de célula capaz de eliminar células causadoras do tumor.
Hoje o bom profissional precisa ter CHA, ou seja, uma junção de Conhecimento, Habilidade e Atitude para se diferenciar frente ao mercado de trabalho cada vez mais competitivo.
Empregabilidade é a capacidade de se colocar rapidamente no mercado de trabalho. Para isso o network é extremamente importante. Criar e manter rede de contatos, numa via de mão dupla, garante o surgimento de oportunidades para o trabalho, para empresa e para carreira.
A Síndrome de Burnout é um estado de exaustão prolongada e diminuição de interesse em relação ao trabalho. O termo “burnout” vem do inglês e significa “combustão completa”. Esta síndrome é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional.
Os primeiros sintomas foram identificados pelo psiquiatra Herbert Freudenberg, em 1970, em profissionais que lidavam com pacientes psiquiátricos, que foram acometidos por um sentimento de fracasso e exaustão causado pelo excessivo desgaste de energia, afastando-os das tarefas cotidianas.
Esta síndrome ocorre com mais freqüência em profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente em atividades ajuda (médico, enfermeiro, professor, psicólogo, assistente social).