Rapadura é Dura, Mas é Doce!

Abril 2, 2008

(Por Scher Soares – Fonte: RH Portal)

Certamente você já ouviu este ditado acima, e talvez até já o tenha pronunciado algumas vezes, mas, observe atentamente; o que de diferente você percebe?

Bom, provavelmente você recordou que o ditado mais conhecido se apresenta de uma forma um pouco diferente, que seria: rapadura é doce, mas não é mole não!
Uma sutil diferença não é?
Mas estas formas diferentes de falar sobre uma mesma coisa elucidam traços do nosso padrão de linguagem, nos fazendo perceber qual o modelo mental que utilizamos para enxergar as coisas à nossa frente.
Afirmar que a rapadura é doce, mas não é mole, demonstra uma clara tendência de procurar um complemento negativo para qualquer aspecto positivo, enquanto que ao afirmar que a rapadura é dura, mas é doce, demonstra outra tendência, a de procurar um complemento positivo em um contexto considerado negativo. Interessante não é?

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Como se livrar de ambiente incômodo

Abril 2, 2008

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Conflitos
(Autor: Samuel Paz*- Fonte: IBCO News)

Os conflitos no trabalho precisam ser gerenciados para não prejudicar o bom andamento das atividades.
Cabe ao gerente conhecer a personalidade, o caráter, os desejos, e as necessidades de seus auxiliares, para poder entender esta parte do relacionamento humano.
Além destes fatores, é comum aparecer outros que traduzem em conflitos, como a ansiedade, a competitividade, e a frustração.
Todos são sentimentos que alteram o comportamento emocional das pessoas, gerando pequenos e grandes conflitos entre chefes e subordinados.

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Networking. Um quebra-cabeça para manter sua rede em dia

Abril 2, 2008

(Por Marcelo Miyashita* – Fonte: Mundo do Marketing)

Creio que está claro que vivemos numa realidade de mercado de trabalho muito diferente da dos nossos pais. Apesar de estarmos numa economia crescente, na prática – principalmente no mundo corporativo – ainda há muita gente em busca de emprego, algumas sendo contratadas e muitas perdendo suas posições. O turn-over, ou o popular “entra e sai” de funcionários é constante.

Pois, independente do desempenho da economia, muitas companhias têm na competitividade não mais o seu diferencial, mas sua sobrevivência. Isso significa mudanças mais freqüentes no lay-out da organização do trabalho: revisões de cargos, substituições de funções, ampliação de responsabilidades, automatização de processos, redução ou aumento de mão-de-obra e, também, de “cabeças-pensantes”.

Ou seja, as organizações e seus ambientes de trabalho são alvos de muitas variáveis estratégicas: trocas, aquisições, fusões, cisões e fechamentos de unidades. Essa nova realidade trás à carreira executiva a possibilidade de um rumo diferente. No lugar de uma vida toda dedicada a uma companhia com lentas promoções internas, uma vida mais dinâmica com uma carreira composta por vários empregos, em várias empresas, com rápidas e muitas promoções e, também, algumas demissões no meio do caminho. Histórias de sucessos e fracassos num mesmo currículo são e serão freqüentes na nossa vida corporativa.

Isso quer dizer que mais dia menos dia perderemos nosso emprego. E conseguiremos outro! A questão é o tempo que demoraremos a encontrar este novo emprego. Todos sabemos, quanto mais rápido uma colocação, mais fácil e melhor. Quanto mais lenta, mais as dificuldades aumentam, os contatos se distanciam e o sentimento de exclusão se evidencia. A essa capacidade de se colocar rapidamente, chamamos de “empregabilidade”.

 

E o que o Network tem a ver com isso?

Aí entra a importância do network. Criar e manter rede de contatos garante o surgimento de oportunidades para o trabalho, para empresa e, também, para carreira. Oportunidades para você e para sua rede, numa via de mão dupla.

Esse é o benefício do network – a geração de oportunidades mútuas – que pode garantir mais negócios, conhecimentos e empregos. E quanto mais network você conseguir, maior será o seu “campo e poder de influência”.

A sociedade moderna trouxe essa nova habilidade para o ser humano. O seu poder de influir, não somente as pessoas fisicamente mais próximas, mas a todos com as quais temos contato. Mesmo que muitas vezes, por meio de mensagens eletrônicas.

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