Projetando o sucesso pessoal e profissional

maio 29, 2008

(Por Amarildo Nogueira* - Fonte: Gestão de Carreira)

Aprendi a utilizar a palavra sucesso, com mais intensidade a algum tempo, depois de uma conversa com um amigo.  Pesquisando no dicionário Aurélio a definição da palavra SUCESSO encontraremos o seguinte significado; palavra proveniente do latin successu que significa aquilo que sucede, acontecimento, sucedimento, resultado feliz, alcançar grande êxito.

Dificilmente conquistaremos sucesso profissional se não tivermos também o sucesso pessoal.

Perguntando a diversas pessoas sobre o significado da palavra sucesso,  percebo cada vez mais que o mesmo é muito relativo e depende muito do que cada um deseja para sua vida. Para alguns ter sucesso é ter um bom emprego, para outros é ter uma família unida, para outros é ter um bom carro e uma bela casa, e assim por diante.

Quando falamos de projeção do sucesso pessoal e profissional, precisamos primeiro saber o que é importante para nós, o que nos faz sentirmos realizados. Engano é pensar que somente estando em evidência ou em  um emprego que nos remunere muito bem nos trará sucesso.

É preciso aprender a dar foco naquilo que se deseja conquistar, pois só assim se consegue traçar um planejamento para chegar onde desejamos. E saiba que quando você chegar lá muitas pessoas vão lhe dizer “Puxa, você é uma pessoa de sorte!”.

As pessoas dizem que tenho sorte ,mas percebo que quanto mais trabalho mais sorte tenho!

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Como as análises de perfil pessoal podem contribuir para melhorar o desempenho profissional

maio 26, 2008

(Por Víctor Martínez* – HSM On-line)

 

Os testes para avaliação de perfil pessoal são cada vez mais levados em conta pelas empresas. No Brasil, nos últimos anos, as avaliações psicológicas passaram a ter peso maior nos processos seletivos. Segundo uma pesquisa da consultoria Deloitte Touche Tohmatsu, que ouviu 130 empresas no País (multinacionais e nacionais de pequeno, médio e grande porte), no ano passado, cerca de 60% das companhias utilizavam testes de personalidade nos processos de seleção, formação de equipe, contratação e promoção de cargo.

O CEO da Thomas Brasil, Víctor Martínez, explica que a atual volatilidade das relações no trabalho e acirrada competição do mercado faz com que aumentem a importância das análises de perfil. “Comparado a países de Primeiro Mundo, o Brasil está no meio do caminho, tendo bom potencial para o crescimento dos negócios na área de Recursos Humanos. Para se ter uma idéia, nos anos 80, na Inglaterra, apenas 20% das empresas utilizavam instrumentos de análises de perfil. Em 2000, 80% das empresas inglesas já utilizavam testes psicométricos nos seus processos de recrutamento, seleção, treinamento, promoções e outros. Hoje estamos um pouco mais adiantados do que os ingleses na década de 80”, analisa o executivo.

 

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O CHA da Competência

maio 25, 2008

(Por Bruno Soalheiro* – Ogerente.com)

Um dos assuntos mais discutidos recentemente no mundo do trabalho diz respeito ao conceito de competência. Entretanto, a descrição exata deste conceito nem sempre foi unanimidade entre pensadores e gestores, pois como se trata de uma característica do comportamento humano, não é tão simples assim se chegar a critérios claros que permitam comparações válidas entre diferentes pessoas.

Mas gostaria de compartilhar com você uma interessante e atual “leitura” sobre o assunto, que diz respeito ao conceito de competência como vêm sendo cada vez mais interpretado pelas empresas de hoje, e que, ao que parece, veio para ficar. É a concepção expressa a partir do ideograma CHA. Este ideograma “CHA”, que serve para designar (Conhecimento, Habilidade e Atitude) é uma maneira de se procurar definir o sentido de competência a partir de um referencial no qual ela possa ser mensurada, e até mesmo comparada a padrões internacionais. E é um dos modelos mais atuais com o quais as melhores empresas trabalham hoje para avaliar seus colaboradores.


Capital Humano – Este sim faz a diferença

maio 16, 2008
 
(por Soraya Romano de Oliveira)

 

Num mundo competitivo, a diferença de qualquer organização é o capital humano. Atualmente, os clientes não buscam apenas preço e produto, buscam ser atendidos em suas necessidades que ultrapassam bens de consumo.

 

Quando você entra em uma loja, explica o que esta procurando e o vendedor, com toda sua habilidade e conhecimento lhe fornece justamente o que você procura e de uma forma atenciosa e gentil, com certeza, nas próximas compras de produtos similares você irá direto a esta loja. Este é o diferencial hoje, o bom atendimento.

 

Em um Banco, com filas quilométricas, e burocracia interminável, o atendimento é o que mantém o cliente satisfeito. Hoje passei por esta experiência, fui atendida por uma funcionária que substituía uma gerente que faltou, e mesmo sem ter a autonomia da gerente ela conseguiu atender todas as minhas solicitações, da melhor forma possível, o que não era permitido ela fazer, ela adiantou ao máximo, para que a gerente apenas assinasse posteriormente e eu não precisasse voltar lá.

 

Este é um bom exemplo de uma pessoa proativa, que ultrapassa suas funções visando atender as necessidades dos clientes e as demandas existentes na organização. Após o atendimento agradeci e disse a ela que o que mantém as pessoas como cliente daquele banco são funcionários que como ela fazem a diferença.

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Cinco passos para realizar uma gestão estratégica de liderança

maio 12, 2008

(por Werner Kugelmeier – RH.com. br)

 

A era em que vivemos pede uma nova definição de líderes. Não se aplica mais o conceito básico de subordinação. Nós precisamos de menos chefes e mais líderes. O líder faz as pessoas ultrapassarem os limites; já o chefe, apenas cumpre as metas. Enquanto chefes desempenham suas funções de coordenação de pessoas e de gestão de negócios, líderes transformam as pessoas e constroem negócios a partir de sonhos. Mas, o que torna alguém um líder?!

Dizem que há mais de 150 definições de “liderança” nos manuais de administração e que existem mais de 3.100 livros americanos publicados com o termo “líder” no título. A palavra de busca “Líder” no Google traz 41,2 milhões de páginas. Em uma navegação diagonal, percebe-se que todas exigem de profissionais “líderes” posturas distintas do que se espera de um CEO, por exemplo. O consenso considera que, para se tornar um líder, uma pessoa deve estar incluída em uma rede de pessoas e conseguir, por meio dela, unir diferentes perfis em uma ação conjunta, em torno de uma causa comum. Ele coloca suas competências a serviço de suas visões, seus valores e seus objetivos; visualiza o futuro; mobiliza esforços e engaja as pessoas para o mesmo fim.

Líderes, com sua raiz etimológica no latim ducere – que significa “conduzir” (no inglês, se tornou “to lead”) -, são capazes de viabilizar grandes realizações por meio de equipes, compreender e explorar o que existe de melhor em cada pessoa, reduzir a distância entre objetivo e resultado. Enfim, eles têm seguidores que os seguem, porque percebem que eles promoverão o que as pessoas mais procuram: alternativas para sua jornada pessoal e profissional. Administradores trabalham com pessoas, os líderes mexem com as emoções.

Mas isso, por si só, não faz o líder moderno, ou seja, o líder empreendedor. Este último, a palavra é de origem greco-latina (“pegar para conquistar”), e é mais do que um empresário. Quem abre um negócio é, a priori, um empresário que visa ao “poder”: buscar lucro para crescer e expandir. Um empreendedor também visa ao “poder”, mas vai além na busca do novo, do nunca experimentado, do aparentemente “louco”. Ele é sempre impelido por três valores-chave: propósitos ousados — muitas vezes, carimbados por outros de “utopia”; envolvimento de talentos — buscando as melhores pessoas que puder para trabalhar com ele e confiando que elas podem realizar o melhor trabalho para ele e para elas próprias; movimento de “quebra-mesmice” — muitas vezes, pichado de “subversivo”.

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