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	<title>UNIVERSO PROFISSIONAL</title>
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		<title>10 razões para se manter motivado no trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 00:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Ânimo]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Patrícia Bispo. Fonte: RH.com.br)   Quando o assunto em pauta é motivação corporativa, muitos profissionais reportam seus pensamentos, quase que automaticamente, aos processos ou aos programas que são implementados pelas empresas em que atuam. Alguns se sentem satisfeitos com as ações adotadas pela empresa em que atuam. Mas, há quem se mostre insatisfeito e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=424&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Por <strong>Patrícia Bispo</strong>. Fonte: <a href="http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Dicas/6472/10-razoes-para-se-manter-motivado-no-trabalho.html">RH.com.br</a>)</p>
<div> <a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2011/10/motivacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-425" title="motivacao" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2011/10/motivacao.jpg?w=270&#038;h=270" alt="" width="270" height="270" /></a></div>
<p style="text-align:justify;">Quando o assunto em pauta é motivação corporativa, muitos profissionais reportam seus pensamentos, quase que automaticamente, aos processos ou aos programas que são implementados pelas empresas em que atuam. Alguns se sentem satisfeitos com as ações adotadas pela empresa em que atuam. Mas, há quem se mostre insatisfeito e afirma que trabalhar naquela organização não atente às suas expectativas. Até aí, nada de novo, afinal existe o livre arbítrio e cada indivíduo, teoricamente, sabe o que é ou não bom para si. Mas, será que os estímulos motivacionais devem partir unicamente das corporações ou os colaboradores também precisam fazer a sua parte?</p>
<p style="text-align:justify;">
Afinal vale lembrar que a motivação também parte de dentro para fora de cada pessoa e se isso não ocorre, não adianta ficar frente a frente com pacotes de benefícios atraentes, salários acima da média e programas de qualidade de vida. Todas essas ações parecerão inúteis e sem valor algum, caso a própria pessoa não busque a auto-motivação. Abaixo seguem algumas sugestões para fazer uma autocrítica às suas ações e buscar alternativas simples que podem ser adotadas diariamente, mas que podem auxiliar a qualquer pessoa a se sentir mais &#8220;leve&#8221;, inclusive no ambiente de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-424"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1 &#8211; </strong>Não veja a noite do domingo como se fosse uma contagem regressiva para enfrentar um verdadeiro calvário. Inúmeras são as pessoas que ao verem o início do Fantástico começam a ficar estressadas porque na manhã seguinte terá que iniciar mais uma semana de trabalho. Mentalize o que você fez de bom no final de semana: os momentos com a família, as conversas com os amigos ou mesmo lembre a cena de uma comédia que assistiu e lhe garantiu muitas risadas.</p>
<p style="text-align:justify;">2 &#8211; Começa a jornada de ida ao trabalho e milhões de trabalhadores enfrentam trânsitos caóticos. Quem está no seu carro pode optar por ouvir uma música relaxante no percurso até chegar à empresa. Para os que dependem de coletivos, sempre é possível fazer amizades com quem está ao seu lado e quase que diariamente pega a mesma condução naquele horário. Isso pode render uma conversa descontraída e deixá-lo de bom humor para &#8220;enfrentar&#8221; um dia de trabalho cansativo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>3 -</strong> A correria do dia a dia faz com que a maioria das pessoas sinta-se no automático. Isso faz com que se faça o mesmo percurso e já torne a ida ao trabalho uma verdadeira chatice. Tendo oportunidade, vez ou outra, faça um trajeto diferente. Caso possa ver o mar ou mesmo um parque até chegar ao trabalho, você verá o quanto deixa de observar detalhes agradáveis como crianças indo à escola, pássaros que cantam e esperam apenas seu olhar para admirá-los, e até mesmo pontos turísticos de sua cidade que você nunca parou para ver os detalhes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>4 -</strong> Chegou à empresa? Ótimo, afinal teoricamente você está ali para cumprir suas atividades e sua remuneração que garante a sua sobrevivência, dependerá disso. Se você recebe por aquilo que faz, então, tem seu valor. Essa já é uma razão para se sentir motivado em exercer sua profissão. Diga a si próprio: &#8220;Eu tenho meu valor&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>5 -</strong> Pesquisas revelam que as primeiras horas do expediente da &#8220;segundona&#8221; registram o maior índice de enfartos no ambiente de trabalho. Isso porque as pessoas sentem um impacto forte ao voltarem à empresa e verem as responsabilidades e as cobranças que serão feitas ao longo do dia e da semana que se apenas começou. Vale um lembrete: priorize o que realmente é urgente e realize suas atividades com moderação. Nada vale mais do que sua saúde.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>6 -</strong> Já na empresa, a correria começa. Mas, uma organização não é feita apenas de máquinas ou números. O local onde você trabalho possui pessoas como você: com sonhos, com necessidades específicas e que fazem parte da sua vida. Afinal, você passa boa parte da sua vida ao lado dos seus pares. Aproveite os momentos do cafezinho, do almoço para estar ao lado das pessoas que mais se identifica e cinco minutos de uma conversa que não envolva assuntos relacionados ao trabalho, podem aliviar as tensões diárias.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>7 -</strong> Se seu gestor está em um dia agitado, leve até ele apenas questões urgentes e que não podem ser resolvidas por você. Tome a iniciativa de solucionar questões que lhe são familiares. Isso agregará um diferencial à sua performance.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>8 -</strong> Quem busca a auto-motivação procura ir ao encontro de energias &#8220;positivas&#8221;. Evite, então, contaminar-se pelo pensamento das pessoas que sofrem a chamada Síndrome de Hardy &#8211; aquela hiena do desenho animado, que se lamenta a cada segundo e diz repedidas vezes a tradicional frase: &#8220;Ó vida, ó azar&#8221;. O pessimismo é contagiante se não estamos alertas e nos defendemos dele.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>9 -</strong> Auto-motivação exige que o profissional tenha iniciativas próprias e não fique de braços cruzados, esperando que a empresa ofereça estímulos diários. Se você escolheu uma profissão, mantenha-se atualizado com o que ocorre na sua área. Assim, o profissional torna-se um diferencial não apenas para a organização que atua, mas também para si mesmo. Afinal, que busca informações e está em constante processo de evolução aumenta suas chances de empregabilidade em um mercado cada vez mais exigente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>10 -</strong> Geralmente, quando as pessoas ficam frente a frente com novos desafios é normal que sintam receio. Isso ocorre em qualquer área de atuação e profissionais das mais variadas faixas etárias. Desafios surgem para servem vencidos e mesmo que você cometa erros, aprenderá algo. Lembre-se que as dificuldades sempre aparecerão no seu caminho, mas nada como um dia após o outro para ir ao encontro de conquistas. Lembro-me de um antigo ditado que ouvia quando criança: &#8220;Quem tem tu, é tu mesmo!&#8221;. Ou seja, só você pode dar um rumo melhor à sua vida, seja no campo profissional ou pessoal.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/424/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=424&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Trabalhar causa tristeza?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 01:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[(Fonte: Revista Época) Há muitos empregos e os salários crescem, mas a insatisfação do brasileiro com a carreira permanece a mesma. Como ser mais feliz com o trabalho Daniella Cornachione MAIS FELIZES A ex-fonoaudióloga Fernanda Egydio em sua oficina de costura para crianças. Ela deixou de ser assalariada e virou microempresária, grupo que se diz [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=407&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>(Fonte: <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI255233-15259,00-TRABALHAR%20CAUSA%20TRISTEZA.html">Revista Época</a>)</div>
<div style="text-align:justify;">Há muitos empregos e os salários crescem, mas a insatisfação do brasileiro com a carreira permanece a mesma. Como ser mais feliz com o trabalho</div>
<div>Daniella Cornachione</div>
<div><img class="aligncenter" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,54208959,00.jpg" alt="Filipe Redondo/ÉPOCA" width="517" height="278" /></p>
<div style="text-align:justify;"><strong>MAIS FELIZES</strong><br />
A ex-fonoaudióloga Fernanda Egydio em sua oficina de costura para crianças. Ela deixou de ser assalariada e virou microempresária, grupo que se diz muito mais satisfeito com o trabalho</div>
</div>
<p style="text-align:justify;">O brasileiro que trabalha está cheio de motivos para comemorar. O nível de desemprego de junho foi o menor desde 2002. A renda média cresce à frente da inflação continuamente há sete anos. Surgem mais opções de carreira e mais cargos bem remunerados, e as empresas disputam os bons profissionais. O brasileiro que trabalha deveria, então, estar extremamente satisfeito. Mas não é o que acontece. Há indícios de que o aquecimento da economia não esteja elevando a felicidade geral com o trabalho. Pior: ele talvez esteja aumentando o número dos que se consideram infelizes com o que fazem. O alerta vem de especialistas e pesquisas como a realizada recentemente pela consultoria multinacional de recursos humanos Right Management. O resultado mostrou 48% de insatisfeitos com o trabalho. “Para uma economia aquecida, cheia de oportunidades, esse indicador está muito alto”, afirma Elaine Saad, coordenadora do levantamento, feito em julho com 6 mil pessoas. O índice de insatisfeitos está bem mais próximo dos 52% dos Estados Unidos em crise de 2008, abalados pela bolha imobiliária, do que dos 39% dos Estados Unidos otimistas de 1987, quando o país crescia fortemente. A insatisfação dos brasileiros se manifesta de forma ainda mais aguda entre as mulheres: 59% delas afirmam não estar felizes no trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-407"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Há reflexos do problema também na área de saúde mental. Em um levantamento da consultoria CPH Health com 194 mil pessoas, concluído em maio, a depressão e a ansiedade com o trabalho se mantiveram em alta no país. “O sofrimento está ficando mais intenso nos últimos anos. As pessoas inventam algumas formas de defesa contra os problemas do emprego, mas elas logo falham”, afirma a psicóloga Ana Magnólia Mendes, da Universidade de Brasília (UnB), que estuda problemas no emprego há 25 anos. Parece que o brasileiro médio não está conseguindo transformar em felicidade os ganhos oferecidos pelo mercado de trabalho.</p>
<table summary="" width="200" border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" align="left">
<tbody>
<tr>
<th>Qual é o tamanho da insatisfação</th>
</tr>
<tr>
<td>A infelicidade no trabalho varia em intensidade. Se os sentimentos estão se movendo para baixo na escala, é hora de mudar</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,54209641,00.jpg" alt="Reprodução" width="220" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<div>Fontes: Srikumar Rao, Ana Magnólia Mendes, Beatriz Accioly, Débora Glina, Sérgio Campanella</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:justify;padding-left:180px;">          Uma parte da explicação emerge das novas exigências dos empregadores. Com a crise na Europa e nos Estados Unidos, as multinacionais voltam suas expectativas para os poucos mercados no mundo que podem oferecer bons negócios – como o Brasil. “As multinacionais estão por aqui há muito tempo, mas agora elas estão apostando pesado em nós”, afirma o economista Carlos Castanho, do instituto de pesquisas Quórum. A cobrança por resultados cresce mais rapidamente do que o tamanho das equipes e a verba para os projetos. Entre as companhias brasileiras, há o apetite por ocupar espaços no mercado interno em expansão. Os funcionários são pressionados e têm de competir mais para se destacar. Um tradicional indicador de aquecimento econômico é o número de fusões e aquisições, que bateu recorde no primeiro semestre de 2011, de acordo com a KPMG. Foram 379 operações, 8% a mais do que o mesmo período do ano passado, já de atividade bem intensa. Cada união entre empresas é também uma fonte de estresse para os funcionários, por causa da possibilidade de demissões e das mudanças de chefia, ambiente e cultura de trabalho. Mas essa é a parte da explicação mais fácil de enxergar, porque ocorre no mercado – ou seja, fora da cabeça das pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:120px;">          A outra parte, mais difícil de apreender, está dentro da mente do sujeito que trabalha. É natural que as expectativas de cada um com o trabalho estejam maiores. “As pessoas estão recebendo propostas, veem os outros mudando de trabalho e questionam mais a própria posição. Os aspectos ruins do emprego ficam exacerbados”, afirma Elaine Saad. O aquecimento da economia dá ao indivíduo chances verdadeiras de impulsionar ou mudar a carreira, mas essas chances reais sofrem com a competição, sempre injusta, das chances imaginárias que só os outros parecem estar aproveitando. O efeito colateral é criar a falsa ideia de que o carpete do escritório vizinho é mais verde.</p>
<p style="text-align:justify;">A origem da insatisfação se torna facilmente identificável no momento de escolha de emprego. Na hora de agarrar uma nova chance, as expectativas de promoções, status e salário contam mais. Numa pesquisa do instituto Quórum, os aspectos que mais atraem os executivos para um novo emprego são a perspectiva de crescer (apontado por 37% dos entrevistados) e o salário (26%). Uma vez dentro da nova empresa, porém, começam a pesar fatores muito prosaicos, como o clima, o chefe e o prazer com as atividades do dia a dia. Eles são determinantes para a felicidade no trabalho. Questionados sobre o que os levou a sair de empregos anteriores, os executivos responderam principalmente o ambiente desconfortável (24%) e a falta de treinamento condizente com as atividades exigidas (22%). O salário baixo ou as parcas chances de crescer caíram para quarto e quinto lugares. “As pessoas vão para um novo trabalho por suas habilidades técnicas e se desligam de um trabalho por questões de comportamento”, afirma Frederico Porto, psicanalista e consultor organizacional.</p>
<p style="text-align:justify;">O inchaço ruim das expectativas também aparece nas medições de felicidade em diferentes faixas etárias. Na pesquisa da Right Management, mostraram-se insatisfeitos com a carreira seis em cada dez profissionais com idade entre 20 e 30 anos – a explicação para essa grande parcela de infelizes é que os jovens tendem a esperar do trabalho mais do que ele pode proporcionar. A insatisfação declina continuamente com a idade e recua para quatro em cada dez trabalhadores na faixa de 40 a 50 anos, maduros o bastante para não esperar do trabalho mais do que ele pode oferecer. Parece que a insatisfação com o trabalho cresce, em parte, porque o mercado de trabalho se tornou mais exigente, mas principalmente porque o brasileiro passa a esperar muito mais do emprego. Isso significa que, antes de tomar decisões a respeito da carreira, é preciso adequar melhor suas expectativas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nada disso significa que o indivíduo precise esperar pouco do trabalho. Ele apenas precisa casar as ambições com as possibilidades de forma realista. O estudioso americano Peter Warr, referência mundial em psicologia do trabalho, acredita que existam formas mais ou menos intensas de felicidade no trabalho. “Estar apenas tranquilo e confortável já é agradável, mas as pessoas precisam de mais. Elas gostam de estar ativamente engajadas no que estão fazendo”, afirma. É o que ele chama de “felicidade desafiadora”. No livro <em>Motivação 3.0</em>, o autor americano Daniel Pink diz que a busca por satisfação inclui a procura não somente por maior salário, mas também por excelência, propósito e autonomia. Nessas condições, seria possível atingir o estado “flow”, definido pelos psicólogos como o momento em que o executador e a tarefa se fundem, tamanha a ligação. É a sensação de prazer que faz com que a noção de tempo seja perdida. Para chegar a esse nirvana do escritório, porém, o assalariado precisa fazer certa peregrinação mental.</p>
<p style="text-align:justify;">O consenso entre os especialistas é que a felicidade no trabalho existe quando anseios de diversos tipos (e não somente financeiros) são preenchidos pelas características da atividade realizada. “Felicidade é identificar-se com a natureza, o tema, o momento e o propósito do trabalho”, afirma o psiquiatra Sérgio Campanella, estudioso de ansiedade no emprego. O ambiente tem um peso tão grande quanto o tipo de ofício, mostra a pesquisa da psicóloga Ana Mendes, da Universidade de Brasília. “O reconhecimento e a liberdade de expressão de ideias são tão importantes que podem compensar o fato de a atividade desempenhada não ser agradável”, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma revelação interessante da pesquisa da Right Management, em sintonia com as avaliações dos especialistas em saúde mental, é a menor parcela de insatisfeitos entre os que trabalham por conta própria. A fatia de angustiados cai a 40% entre autônomos e 26% entre os donos do próprio negócio, níveis bem inferiores aos 48% da média geral. Esse roteiro foi seguido pela microempresária Fernanda Egydio, de 35 anos. Depois de nove anos atuando como fonoaudióloga, ela resolveu dar outro rumo à carreira. Criou um negócio e também um ambiente de trabalho melhor numa oficina de costura para crianças. “O hospital tinha mais competitividade e o relacionamento entre as pessoas era mais frio. De doutora Fernanda passei a ser a Fê”, diz. O caminho da satisfação não precisa passar por curvas tão radicais. Mas, com economia a favor ou contra, ele sempre exigirá uma bela viagem de autoconhecimento.</p>
<div style="text-align:justify;">A felicidade de cada um</div>
<p style="text-align:center;"><strong>É possível fazer um arranjo melhor  entre o que se espera do trabalho e o que ele pode dar</strong></p>
<p><img class="alignleft" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,54209332,00.jpg" alt="   Reprodução" width="438" height="263" /></p>
<div>Fontes: Jessica Pryce-Jones, Carina Budin, Ingrid Ozols, Deyse Carnaval, Izabel Almeida</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/407/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/407/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/407/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=407&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cenários turbulentos, mudanças velozes: negação, proteção ou superação</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 22:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Por Mário Sérgio Cortella- Fonte: Usina das Letras) Desatai o futuro!, bradou, furioso, o russo e poeta universal Maiakóvski. Poderíamos acrescentar, presunçosamente, um preservai o passado!, como forma de dar sustentação sólida a esse futuro em invenção constante. Mas, o que preservar do passado? Nem tudo, é claro; afinal, o passado não é nem o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=394&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">(Por Mário Sérgio Cortella- Fonte: <a href="http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=24633&amp;cat=Artigos&amp;vinda=S">Usina das Letras</a>)</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2011/01/palestra.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-395" title="Palestra" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2011/01/palestra.jpg?w=260&#038;h=300" alt="" width="260" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Desatai o futuro!,  bradou, furioso, o russo e poeta universal Maiakóvski. Poderíamos  acrescentar, presunçosamente, um preservai o passado!, como forma de dar  sustentação sólida a esse futuro em invenção constante.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, o que preservar do passado? Nem tudo, é claro; afinal, o passado  não é nem o lugar do imutável (pois depende de como o continuamos), nem  um mero depositário temporal do, agora, inútil. É preciso, antes de mais  nada, quando pensamos em passado, fazer uma distinção entre o  tradicional e o arcaico. O tradicional é o que deve ser protegido,  guardado, levado adiante; é, a tradição, um espécie de promontório, a  partir do qual o futuro pode ser vislumbrado naquilo que carrega de mais  próximo à qualidade positiva. Já o arcaico, por sua vez, é o que deve  ser descartado, por ter-se provado insuficiente, precário, anacrônico.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso, basta de arcaísmos! É preciso assumir que competência é uma  condição coletiva e temporal e entender que as perspectivas de  competências individuais e exclusivas de uma única pessoa não têm mais  lugar na nova organização do mundo do trabalho. Até há 20 anos, havia  uma frase muito comum: “A minha competência acaba quando começa a do  outro”. Hoje, essa frase não tem mais sentido. O modo de organizar o  trabalho, organizar as atividades, está diferente e as organizações  precisam caminhar dentro dessas mudanças. Hoje, pela lógica, seria “a  minha competência acaba quando acaba a do outro”. Num grupo, numa  equipe, numa organização, se a sua competência diminui, a minha também  diminui. Se a sua competência aumenta, a minha também aumenta&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-394"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Nesse sentido, é urgente que as organizações deixem de assumir-se como  qualificadas e passem a agir como qualificantes, isto é, que cada vez  mais é preciso que haja na organização uma permeabilidade de educação  continuada, em que as pessoas estejam se educando permanente e  reciprocamente. Portanto, é necessária a criação de um ambiente  educativo, um ambiente pedagógico, no qual caiba a possibilidade de as  pessoas se ensinarem e aprenderem ao mesmo tempo umas com as outras.  Nessas organizações, devem imperar dois princípios: “quem sabe, reparte”  e “quem não sabe, procura”. Seguindo essa lógica, é fundamental que se  tenha comprometimento com a idéia de competência coletiva porque é isso  que potencializa as organizações para uma atividade mais pró-ativa. De  outro lado, essa formação continuada traz a necessidade de estar aberto  para as múltiplas possibilidades de compreensão, de não se fixar  exclusivamente em um modelo, nem ficar refém de uma única forma de fazer  as coisas. Usando uma frase antiga – “a mente humana é como  pára-quedas; funciona melhor aberta” –, essa seria a idéia de um  comprometimento com a educação coletiva e uma flexibilidade que permita  uma ação e reação extremamente velozes frente às mudanças no mundo do  trabalho, que também são cambiantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Dessa forma. a inteligência estratégica na gestão de recursos humanos  está em dois passos primordiais: valorizar as pessoas, mostrando que  tudo o que elas têm como capacidade e conhecimento, independentemente de  ele ser escolar ou não, agrega valor dentro do grupo. Segundo: criar  chances e oportunidades para que esses conhecimentos venham à tona e não  simplesmente oferecer treinamentos para as pessoas, mas também buscar  nos empregados aquilo que eles podem ensinar para os outros. E isso  qualquer área de recursos humanos bem estruturada consegue fazer. Basta  um inventário do estoque de conhecimento disponível dentro da  organização e atuar para que haja permuta, troca, reciprocidade de  relações, o que vai fazer com que as pessoas se sintam valorizadas. Não é  promover para as pessoas o que Paulo Freire chamou de educação  bancária, ou seja, depositar e depositar conhecimentos, como se o  funcionário fosse um banco. A valorização é um passo central para que as  pessoas não só se sintam respeitadas, mas principalmente para que elas  se sintam importantes na colaboração com o grupo e com o coletivo de  forma mais ampla.</p>
<p style="text-align:justify;">É por isso que o que se espera da organização como um todo e de cada  pessoa dentro dela em particular, é uma atitude propositiva! Antes de  mais nada, convencendo as pessoas a partir de debates e análises de que,  primeiro, o mundo está mudando e, portanto, as organizações sofrem  mudanças também. E que essas mudanças trazem novos requisitos, novos  modos de ser e agir. Em terceiro lugar, esses novos modos de ser e agir  colaboram imensamente para que as pessoas possam ter atividades mais  completas, mais eficazes e mais intensas. Quarto, mostrando que, se elas  não mudarem nessa direção, elas ficarão à margem disso. Algum tempo  atrás, dizia-se que quem fosse ultrapassado era colocado para trás.  Hoje, se você é ultrapassado, você é jogado para fora da estrada. É  outra lógica. A velocidade da operação faz com que as pessoas percam a  capacidade de voltar rapidamente. Muitas organizações saíram de cena com  uma velocidade que a gente nem imaginava como e o que faltou a elas foi  um trabalho onde existisse sinergia, um fazer junto, mas, em sintonia.  Então, o primeiro passo é colocar o grupo, a organização, em sintonia.</p>
<p style="text-align:justify;">Os tempos são, de fato, turbulentos e as mudanças velozes; nessa  circunstância, não se prepara alguém para ir a algum lugar, mas para que  ele tenha condições de ir. Não se tem clareza em saber que rumo vai  tomar o processo produtivo – você não vê todas as tendências, mas pode  deixar a pessoa em estado de prontidão para que ela não se sinta  indefesa ou surpreendida por uma mudança de rota. Portanto, não importa  para onde se vá, o que precisamos é estar o tempo todo preparados para  partir&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/394/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=394&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Postura Diante dos Desafios</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 23:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Desafios]]></category>
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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=380&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://sorayaromano.wordpress.com/2010/09/19/postura-diante-dos-desafios/"><img src="http://img.youtube.com/vi/WeWuj1I1_TY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/380/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/380/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/380/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=380&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Competência Social</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 19:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Senso]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Etiqueta]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>

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		<description><![CDATA[(Fonte: Você SA) Mostrar bons resultados é importante para subir na empresa, mas movimentar-se com destreza em diversos ambientes é ainda mais importante para continuar nela Falar bem duas ou três línguas, incluindo a sua, é essencial para boa parte das carreiras hoje, mas comportar-se adequadamente em ambientes diferentes (dentro ou fora do seu país [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=376&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:center;">(Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/competencia-social-490826.shtml">Você SA</a>)</h3>
<p><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/09/etiqueta1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-377" title="Etiqueta1" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/09/etiqueta1.jpg?w=332&#038;h=321" alt="" width="332" height="321" /></a></p>
<h3>Mostrar bons resultados é importante para subir na empresa, mas  movimentar-se com destreza em diversos ambientes é ainda mais importante  para continuar nela</h3>
<div id="pagination_0">
<p style="text-align:justify;">Falar bem duas ou três línguas, incluindo a  sua, é essencial para boa parte das carreiras hoje, mas comportar-se  adequadamente em ambientes diferentes (dentro ou fora do seu país e  atuação) é tão importante quanto falar outros idiomas. Por comportamento  entenda comportar-se bem à mesa (leia o artigo da consultora de  etiqueta Célia Leão nesta edição), manter boa conversa e vestir-se de  jeito adequado nos eventos que você vai representar a empresa. Tudo isso  é competência social, qualidade que vem ficando importante na vida  profissional e também nome do livro dos consultores empresariais Licia  Egger e Hugo Egger (<em>Competência Social: Mais que Etiqueta, uma Questão de Atitude</em>,  da Totalidade Editora), que contam como se sair bem em uma boa gama de  situações comuns no dia a dia de trabalho. Aqui, algumas dicas dos  autores.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-376"></span><br />
<em><strong>De tudo um pouco </strong></em><br />
Ter  conhecimentos gerais passou a ser um diferencial entre os executivos.  Aquele profissional sem tempo para leituras, cinema ou exposições, ainda  que competente em seu trabalho, pode não oferecer à empresa tudo o que  ela precisa. “Na hora de falar com os clientes, a conversa nem sempre  fica restrita à negociação”, diz a autora. Assuntos gerais servem para  amenizar climas tensos, por exemplo. O livro Competência Social conta  que houve uma recepção na casa do embaixador Flecha de Lima para um  grupo dos Emirados Árabes para uma egociação. A conversa empacou e a  embaixatriz convidou todos para um jantar divertido, em que o assunto da  negociação foi proibido. No dia seguinte, a conversa foi retomada e os  negócios foram fechados em uma hora. Desenvoltura não faz mal a ninguém.<br />
<em><strong><br />
Um bom ambiente </strong></em><br />
Criar um  ambiente favorável melhora a tomada de decisões. “Em ambientes de  ameaça, a tendência é que as pessoas busquem saídas imediatas, mas nem  sempre acertadas”, diz o autor. Chefes sem prioridades, que pressionam  para soluções momentâneas, colocam em risco o futuro da empresa.</p>
<p><em><strong>Reconhecimento a todos </strong></em><br />
Muitas  vezes, caímos no erro de só ver aquilo que está em exposição e nos  esquecemos que nada grande acontece sem a colaboração dos pequenos. Este  não é o princípio do trabalho em equipe. “Pessoas que se esquecem de  dar crédito aos que colaboraram com um determinado trabalho vão ter como  retorno uma imagem negativa”, lembra a consultora Licia.<br />
<em><strong><br />
Ar elegante </strong></em><br />
Pode  até parecer engraçado, mas o arcondicionado é motivo de desavença em  alguns locais das empresas. Para evitar essa situação, chegar a um  consenso sobre a temperatura ideal para todos é essencial. A grande  questão nesse caso é saber conciliar interesses e ser flexível.<br />
<em><strong><br />
Olho no olho </strong></em><br />
É  comum encontrar gente que não fixa o olhar nas pessoas com quem  conversa. Com isso, a mensagem é que o interlocutor não é tão  interessante quanto os e-mails que estão chegando<br />
ao seu Blackberry.</p>
<p><em><strong>Sucesso </strong></em><br />
De  tempos em tempos, alguém é escolhido no ambiente profissional para ser a  “bola da vez”. Em função disso, passa a receber um tratamento  diferenciado. Se for você, vale lembrar que o estado de graça não dura  para sempre. O segredo é não desprezar os colegas e saber que a situação  pode mudar.<br />
<em><strong><br />
Ouvir bem</strong></em><br />
O  sentido da audição é responsável por 20% da percepção que os outros  formam sobre nós no primeiro encontro (é uma média, mas varia entre as  pessoas). Por isso vale prestar atenção ao<br />
tom de voz durante  qualquer momento do trabalho. Isso não quer dizer apenas falar alto ou  baixo, mas ser amistoso e não soar arrogante.</p>
<p><em><strong>Ruídos ambulantes </strong></em><br />
Algumas  pessoas são ruídos de comunicação: vestem-se para chamar a atenção,  falam alto, interferem na conversa dos outros. Adeque-se ao ambiente  olhando em volta e tentando entender o impacto que você causa nas  pessoas que trabalham com você. O equilíbrio é importante.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/376/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/376/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/376/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/376/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/376/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/376/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/376/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/376/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/376/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/376/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/376/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/376/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/376/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/376/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=376&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>ETAPAS DE UMA CARREIRA</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 18:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Networking]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[(POR MAX GEHRINGER) 1 – O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele. 2- No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha.. Por exemplo, “José de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=369&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(POR MAX GEHRINGER)</p>
<p><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/09/networking539__1231533611_9633.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-370" title="Networking" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/09/networking539__1231533611_9633.jpg?w=300&#038;h=204" alt="" width="300" height="204" /></a></p>
<p>1 – O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.</p>
<p>2- No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha..<br />
Por exemplo, “José de contas a pagar.”</p>
<p>3- No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. “José da usina tal.”</p>
<p><span id="more-369"></span></p>
<p>4- No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: “José, Gerente da usina tal.”</p>
<p>5- Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o José passam a se referir a ele como ‘o meu amigo José, Gerente da usina tal’.</p>
<p>Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, ‘um amigo profissional’.</p>
<p>Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional:</p>
<ul>
<li>Amigos      que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de      visita.</li>
</ul>
<ul>
<li>Uma      amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo      e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.</li>
</ul>
<ul>
<li>Amigos      de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam      favores.</li>
</ul>
<ul>
<li>Amigos      de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.</li>
</ul>
<p>É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que hoje chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.</p>
<p>Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.</p>
<p>Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.</p>
<p>Imagine você um dia descobrir que tinha bem mais amigos do seu cargo do que da sua pessoa!</p>
<p>Algum dia (e esse dia chega rápido) os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores e não de profissionais.</p>
<p>Por isso preservem as amizades verdadeiras porque os amigos da tua posição desaparecerão, os amigos da sua pessoa permanecerão do teu lado.”</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/369/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/369/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/369/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/369/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/369/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/369/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/369/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/369/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/369/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/369/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/369/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/369/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/369/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/369/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=369&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Comunicação Eficiente</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 14:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[assertividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[( Por RENATA AVEDIANI &#8211; Fonte: Você SA) Escolher as palavras certas e falar com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as palavras. Essas atitudes formam a receita básica de uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=363&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><em>( Por RENATA AVEDIANI</em></strong><strong> &#8211; Fonte: <a title="Manual da Comunicação Eficiente" href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/manual-comunicacao-eficiente-484442.shtml#" target="_blank">Você SA</a>)</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/08/comunicacao_eficiente.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-364" title="comunicação_eficiente" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/08/comunicacao_eficiente.jpg?w=300&#038;h=180" alt="" width="300" height="180" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Escolher as palavras certas e falar  com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas  dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que  muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as palavras. Essas  atitudes formam a receita básica de uma comunicação eficiente, algo  fundamental para quem pretende ter um bom desempenho no trabalho. “Quem  tem mais domínio sobre todos estes aspectos consegue se comunicar  melhor”, diz a fonoaudióloga Leny Kyrillos, professora doutora da  Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que atende  executivos, jornalistas e atores. Como você pode acertar no discurso e  dar seu recado no trabalho? Para começar, siga as regras básicas.  Depois, veja o que funciona melhor para você e o seu interlocutor. “A  comunicação depende do contexto e das características do orador e do  público”, diz o professor Reinaldo Polito, autor do livro Como Falar  Corretamente e Sem Inibições (Editora Saraiva), um dos maiores  especialistas do Brasil em comunicação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Vá direto ao assunto</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para vender uma ideia ao chefe não é  preciso contar todo o processo que o levou a formular a proposta.  Concentre-se em dizer qual benefício sua sugestão produzirá. “Vá direto  às conclusões e seja conciso. Saber priorizar informações é fundamental  para ter relevância”, diz Normann Pedro Kestenbaum, autor do livro  Obrigado pela Informação que Você Não Me Deu! (Editora Campus/Elsevier) e  sócio da consultoria Baumon, de São Paulo, especializada em comunicação</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Seja mais claro, por favor</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para fazer com que o ouvinte entenda  exatamente o que você diz, fale a língua dele. Adapte e traduza seu  discurso à faixa etária, formação, interesses e expectativas do ouvinte.  Assegure-se de que ele gravou o recado. “Não adianta ter um discurso  brilhante se ele não será lembrado depois de uma hora”, diz o consultor  Normann Kestenbaum. Desconfie de termos difíceis, gírias, expressões  vulgares, tecnicismos e jargões. Eles podem sabotar a mensagem. “Os  líderes devem limpar ao máximo os ruídos da comunicação”, diz Leny  Kyrillos, fonoaudióloga da PUC-SP.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-363"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Como escutar melhor</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Saber escutar é um item primordial para  uma comunicação eficiente. Avalie se você está aberto às mensagens que  recebe — principalmente se você se acha incompreendido. “Quem fala  demais e não dá espaço ao outro pode prejudicar o processo de  comunicação”, diz Reinaldo Polito. Para aguçar a audição, as dicas são:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EVITE PREJULGAR</strong>. Espere até que a mensagem seja completada antes de formar sua opinião. Isso ajuda o entendimento.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>GUARDE A INFORMAÇÃO</strong>.  Para registrar a informação, só há um jeito: preste atenção. Se a sua  memória não é boa, anote. Ou peça por escrito. Recordar o que foi  conversado ajuda a retomar a comunicação a partir dos principais pontos.  Isso é eficiência.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>TENHA INTERESSE PELOS OUTROS</strong>. Admitir que os outros também têm boas ideias é um dos primeiros passos para escutar o que eles têm a dizer.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Maria Heloísa Morel</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">37 anos, diretora de marketing do grupo de serviços online e consumo da Microsoft Brasil</p>
<p style="text-align:justify;">Logo que entrou no Grupo Pão de Açúcar,  em 2004, a engenheira Maria Heloísa Morel, de 37 anos, hoje diretora de  marketing de uma área da Microsoft, sentiu na pele a importância de  ouvir o time. Na época, ela e a equipe estavam com uma grande carga de  trabalho, o que resultava em muitas horas extras. As pessoas reclamavam  do excesso, mas Maria Heloísa considerava a rotina tolerável, já que se  tratava de uma situação passageira. “Achei que daria para aguentar”,  diz. Percebeu que estava errada quando um integrante do time pediu  demissão. “Deveria ter entendido o que estavam me dizendo”, diz a  executiva. “Hoje, converso muito com a equipe sobre as demandas, para  avaliar os impactos delas no dia-a-dia e poder negociar processos  adequados a todos.”</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ESCREVER NÃO É FALAR</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para ter sucesso na linguagem escrita, é  preciso dominar vocabulário, gramática e construção das frases. O maior  problema ocorre quando se tenta escrever da mesma forma que se fala.  Nesse caso, o resultado pode ser um texto incompreensível. Para se  expressar bem na linguagem escrita, além de praticar bastante:<br />
• leia e releia suas mensagens antes de enviá- las, para encontrar e corrigir os erros;<br />
• espere um pouco antes de enviá-las. Quanto mais tempo passar, mais  fácil será ler de forma isenta e descobrir possíveis interpretações  erradas;<br />
• peça ajuda a terceiros para checar o entendimento e a clareza do texto.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Anderon Santos Pereira</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">35 anos, gerente comercial da Nextel no Rio Grande do Sul</p>
<p style="text-align:justify;">Quando o paulistano Anderson Santos  Pereira, de 35 anos, assumiu a gerência da unidade gaúcha da Nextel, em  agosto de 2007, um dos seus maiores desafios foi alinhar a comunicação  com o time. A equipe estava desmotivada por desconhecer as metas  individuais. “As pessoas só conheciam os objetivos da unidade”, diz.  Baseado<br />
nos planos da empresa, Anderson conversou individualmente com os 14  membros da equipe, ouviu o que cada um tinha a dizer, anotou sugestões,  dividiu os clientes<br />
de acordo com o perfil de cada integrante do time e traçou objetivos  claros para todos. “Com maior transparência, as pessoas compreenderam os  rumos que a companhia queria tomar e o papel delas.”</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mais que mil palavras</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As informações que você emite com o  rosto, os braços e o tom de voz causam mais impacto do que o conteúdo  que está sendo passado. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos  Estados Unidos, concluiu que 93% da eficácia da comunicação deve-se ao  tom e à intensidade da voz, aos gestos e às expressões corporais. “A  mensagem que prevalece é aquela transmitida pela comunicação  não-verbal”, diz Leny, fonoaudióloga da PUC-SP. Preste atenção:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• Ao corpo</strong>. A forma  como alguém gesticula sinaliza o que ele sente. Uma posição ereta,  olhando as pessoas de frente e braços voltados para quem está falando dá  a ideia<br />
de acessibilidade e entusiasmo. Cruzar os braços ou manter os ombros  caídos podem causar o efeito contrário. O rosto e a boca também são  agentes importantes de uma comunicação eficiente. Evite uma postura  desleixada e os bocejos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>• À Voz.</strong> Este é um dos  elementos mais importantes para passar a interpretação desejada. Contam o  tom, o volume e a entonação. Não adianta, por exemplo, manter o tom  grave – que gera a sensação de seriedade e firmeza — para motivar e  entusiasmar o time. Prefira um tom mais leve e alegre. “O segredo é  saber variar e combinar todos estes elementos para serem usados de  acordo com a informação e a sensação que queira produzir nos outros”,  diz Leny Kyrillos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/363/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/363/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/363/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=363&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Hardware, Software e “Humanware”!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 02:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Com Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Interpessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Adm. * Marizete Furbino) &#8220;Uma instituição é como uma canção; não é formada por sons individuais, mas pelas relações entre eles.&#8221; ( Peter Drucker) Sabedoras de que a maior commodity do século XXI é o conhecimento, as empresas devem investir “pesado”, não somente em equipamentos (hardware) e procedimentos (software), mas também em pessoas (“humanware”), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=355&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:center;"><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/03/profissionais1.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-357" title="profissionais1" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/03/profissionais1.jpg?w=221&#038;h=140" alt="" width="221" height="140" /></a></h3>
<h3 style="text-align:center;">(Por Adm. * <a href="http://www.marizetefurbino.com/">Marizete Furbino</a>)</h3>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Uma instituição é como uma canção; não é formada por sons individuais, mas pelas relações entre eles.&#8221; </em><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>( Peter Drucker) </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Sabedoras de que a maior commodity do século XXI é o conhecimento, as empresas devem investir “pesado”, não somente em equipamentos (hardware) e procedimentos (software), mas também em pessoas (“humanware”), uma vez que todos eles são consideradas pilares para quaisquer empresas, e possuem o poder tanto de alavancar como de arruinar  empresas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Equipamentos e procedimentos não terão êxito algum se não bem comandados e executados por profissionais competentes; deste modo, são as pessoas que irão garantir a competitividade, a sobrevivência e a solidez da empresa frente à acirrada competitividade.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em decorrência do exposto, quando se faz um investimento financeiro em equipamentos, deve-se lembrar que os profissionais que compõem o quadro da empresa e que irão trabalhar diretamente com tais equipamentos, devem ser capacitados para exercer sua função com eficiência e eficácia. Caso essa importante providência não seja seguida, o valor investido no equipamento “escoará” por entre os “dedos das mãos da empresa”, levando-a a um caos.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-355"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Nessas circunstâncias, os processos de ensino/aprendizagem deixam de ser de responsabilidade somente das Instituições de Ensino e passam a ser preocupação constante também das empresas onde estas, por sua vez, implantam e implementam a cultura da aprendizagem organizacional. É dessa forma que as empresas contribuem para que as informações se transformem em conhecimentos e assim sirvam para agregar valor ao produto e/ou serviço, adquirindo competitividade, despontando enfim a empresa na frente perante o mercado.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse mesmo sentido, preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas envolvidas no processo organizacional, significa preocupar-se com a própria empresa.</p>
<p style="text-align:justify;">A análise do conjunto acima descrito leva-nos a pensar e crer que procedimentos, estratégias, planejamentos e outros, só alcançarão sucesso quando aliados com as ações das pessoas. Do mesmo modo, é preciso que haja interesse, capacitação, preparação, motivação, muito envolvimento, comprometimento, responsabilidade, bem como muita vontade de fazer acontecer, para que tudo ocorra de forma a garantir qualidade, eficiência e eficácia.</p>
<p style="text-align:justify;">Ante o exposto, convém dizer que, procedimentos, estratégias e planejamentos não devem ficar bonitos somente no papel, mas, devem “sair do papel”, garantindo sua beleza já antes concebida. Para que isto ocorra é fundamental que as pessoas envolvidas em todo o processo, que além de serem detentoras do saber, construam relacionamentos, somem habilidades, talentos e conhecimentos, garantindo então o alcance das metas e objetivos sonhados.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Nesse ponto, vale destacar que as pessoas devem ser consideradas um dos maiores patrimônios que a empresa possui; logo, deve-se não somente saber selecioná-las, mas saber recrutá-las, lotá-las, inserindo-as nos departamentos certos, mantendo-as e capacitando-as de forma contínua a exercerem as suas funções, tendo a sabedoria de saber retê-las dentro da empresa, procurando atender às suas reais necessidades, anseios e expectativas. Esta preocupação deve ser uma constante, pois ela é de importância decisiva no mundo dos negócios, uma vez que a empresa está nas “mãos” das pessoas que ali exercem as suas funções.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa linha de raciocínio, além da empresa valorizar o profissional, estabelecendo políticas que implementem e ampliem a estabilidade, segurança, benefícios, salários compatíveis, é preciso proporcionar e estabelecer a relação “ganha-ganha”, conciliando objetivos organizacionais com objetivos dos profissionais ali envolvidos, bem como tendo a preocupação de proporcionar a motivação para todos os colaboradores a partir de desafios, em busca do desenvolvimento das competências dos colaboradores, constituindo-se esta a melhor saída para um modelo de gestão participativa, orientado para o auto-desenvolvimento e desenvolvimento em prol do alcance dos resultados.</p>
<p style="text-align:justify;">À vista do exposto, torna-se vital sensibilizar a todos da empresa quanto à importância de proporcionar e contribuir com um ambiente saudável da mesma, mantendo uma postura flexiva diante dos fatos. É desejável saber relacionar com o grupo, saber gerenciar conflitos, sensibilizando todos quanto à importância da educação no nosso dia-a-dia, do saber ouvir atentamente o outro sem impaciência, do espírito de equipe, do compartilhamento, da importância da humanização, evitando-se fazer julgamentos prévios. É ainda prudente que se tenha uma política de descentralização, de delegação de tarefas, da busca constante por adquirir conhecimentos. Por fim, não se deve também negligenciar a importância, não somente em estabelecer uma boa comunicação, mas também tendo a sabedoria de gerenciar riscos, sabendo enfrentar quaisquer desafios em prol do alinhamento das expectativas e do alcance dos resultados.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:left;"><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/03/80-x-80.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-356 alignnone" title="80 X 80" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/03/80-x-80.jpg?w=62&#038;h=93" alt="" width="62" height="93" /></a> * Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG. Contatos através do e-mail: <a href="mailto:marizetefurbino@yahoo.com.br%20%0dwww.marizetefurbino.com">marizetefurbino@yahoo.com.br</a>. Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado a autora e o site www.marizetefurbino.com e comunicada sua utilização através do e-mail <a href="mailto:marizetefurbino@yahoo.com.br">marizetefurbino@yahoo.com.br</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sorayaromano.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sorayaromano.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sorayaromano.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sorayaromano.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sorayaromano.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sorayaromano.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sorayaromano.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sorayaromano.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sorayaromano.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sorayaromano.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sorayaromano.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sorayaromano.wordpress.com/355/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sorayaromano.wordpress.com/355/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sorayaromano.wordpress.com/355/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=355&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Conhecendo o Stress</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 23:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tensão]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Isabel Rios Piñeiro* &#8211; Fonte: Administradores) As mudanças presentes na nossa realidade atual e futura precisam incluir mudanças de crenças, valores e hábitos que nos levem a uma maior resiliência e ao desenvolvimento de ferramentas e estratégias para não sermos surpreendidos com doenças advindas do stress. Se entrarmos num ciclo de cansaço, de menor [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=339&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/01/stress.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-352" title="stress" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/01/stress.png?w=300&#038;h=219" alt="" width="300" height="219" /></a></p>
<p style="text-align:center;">(Por <span id="contentDescription">Isabel Rios Piñeiro* &#8211; Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/artigos/conhecendo_o_stress/33938/">Administradores</a>)<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription">As mudanças presentes na nossa realidade atual e futura precisam incluir mudanças de crenças, valores e hábitos que nos levem a uma maior resiliência e ao desenvolvimento de ferramentas e estratégias para não sermos surpreendidos com doenças advindas do stress. Se entrarmos num ciclo de cansaço, de menor energia, motivação ou criatividade, nosso rendimento diminui, nosso marketing pessoal não fica tão bom, pois automaticamente nossa auto-estima é atingida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><br />
Mas o que é o stress? Stress caracteriza um estado de tensão que causa uma ruptura no equilíbrio interno do organismo. É por isso que, às vezes, em momentos de desafios, nosso coração bate rápido demais, o estômago não consegue digerir a refeição e a insônia ocorre. Em geral, o corpo todo funciona em sintonia, como uma grande orquestra. A orquestra do corpo toca o ritmo da vida com equilíbrio preciso. Mas quando o stress ocorre, esse equilíbrio chamado de homeostase, é quebrado e não há mais entrosamento entre os vários órgãos do corpo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><span id="more-339"></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><br />
Sendo o stress resultado de uma reação que o nosso organismo tem quando estimulado por fatores externos desfavoráveis, a primeira coisa que acontece com o nosso organismo nestas circunstâncias é uma descarga de adrenalina no mesmo, e os órgãos que mais sentem são o aparelho circulatório e o respiratório.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><br />
No aparelho circulatório a adrenalina promove a aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia) e uma diminuição do tamanho dos vasos sanguíneos periféricos. Assim, o sangue circula mais rapidamente para uma melhor oxigenação, principalmente, dos músculos e do cérebro já que ficou pouco sangue na periferia, o que também diminui sangramentos em caso de ferimentos superficiais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><br />
No aparelho respiratório, a adrenalina promove a dilatação dos brônquios (broncodilatação) e induz o aumento dos movimentos respiratórios (taquipnéia) para que haja maior captação de oxigênio, que vai ser mais rapidamente transportado pelo sistema circulatório, também devidamente preparado pela adrenalina.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><br />
O stress (Síndrome da Adaptação Geral &#8211; SAG) caracteriza um mecanismo de defesa do tipo “luta-fuga”, que é vital na vida selvagem, porém, que vem disparando de forma inadequada em meio às atribulações da vida moderna. Há pessoas que tem em suas vidas uma fonte de stress grande e permanente. Nesses casos o processo do stress se constitui em um ciclo de altos e baixos. Isso pode se prolongar por anos, mas chega um dia que sua energia adaptativa se esgota e, não tendo mais como resistir, ela começa a adoecer. Em algumas pessoas, o fim da resistência é mais rápido, podendo levar alguns dias. Quando a tensão emocional se torna excessiva, o corpo e a mente dão sinais visíveis de alerta. A memória começa a falhar, começam pequenos esquecimentos. Outro sinal do corpo é acordar de manhã, após uma boa noite de sono, muito cansado. Começam a surgir questionamentos sobre a nossa própria competência (autodúvidas), apatia e desinteresse pelas coisas que antes davam prazer. Quando se conhecem alguns fatos sobre o stress e se tomam medidas para afastar a causa ou se melhora a habilidade de lidar com ela, o stress excessivo é eliminado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><br />
Se nada é feito para aliviar a tensão, então o organismo, já sem energia para enfrentar o problema, enfraquece e uma série de doenças começa a aparecer, como gripes, gastrite, retração de gengiva, problemas dermatológicos etc. Caso o stress continue, a pessoa cada vez mais se sentirá exaurida, sem energia, depressiva, com crises de ansiedade e desânimo. Autodúvida e inabilidade para se concentrar e trabalhar começa a surgir com freqüência. Às vezes, pesadelos ocorrem. Na área física, muitos tipos de doenças podem ocorrer, dependendo da herança genética da pessoa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span id="contentDescription"><br />
É fundamental conhecer e reconhecer como os males do stress agem sobre nós, mas o principal é conviver com todo o cenário de mudanças sabendo administrar de forma adequada às mudanças, a pressão&#8230;</span></p>
<p><em>* <strong>Isabel Rios Piñeiro </strong>- Diretora da Paradigma Consultoria em RH.  Autora do livro Metamorfose do Líder uma jornada para o autocoaching </em></p>
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		<title>Escolhas e Decisões</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 22:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Tomada de Decisão]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por: Dulce Magalhães. Fonte: AMANHÃ) &#8220;Fazemos escolhas baseadas no que esperam de nós &#8211; e não no que achamos melhor para nós&#8221;, afirma Dulce Magalhães, colunista de AMANHÃ O desafio de fazer uma escolha não é a escolha em si, mas ser capaz de abrir mão de tudo que não foi escolhido. Se pudéssemos escolher [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sorayaromano.wordpress.com&amp;blog=3349325&amp;post=342&amp;subd=sorayaromano&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/01/caminhos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-348" title="caminhos" src="http://sorayaromano.files.wordpress.com/2010/01/caminhos.jpg?w=242&#038;h=300" alt="" width="242" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">(Por: Dulce Magalhães. Fonte: <a href="http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=894569a4-8de7-4698-831f-98b1ae48da0a">AMANHÃ</a>)</p>
<p style="text-align:center;">&#8220;Fazemos escolhas baseadas no que esperam de nós &#8211; e não no que achamos melhor para nós&#8221;, afirma Dulce Magalhães, colunista de AMANHÃ</p>
<p style="text-align:justify;">O desafio de fazer uma escolha não é a escolha em si, mas ser capaz de abrir mão de tudo que não foi escolhido. Se pudéssemos escolher e manter também o não escolhido seria fácil, fácil fazer escolhas, não é? O duro mesmo é a renúncia. Que dureza decidir. E assim é com tudo na vida, não dá para ter tudo ao mesmo tempo agora. Pode ser tudo, mas uma coisa de cada vez e numa progressão de tempo que não atende ao nosso desejo mágico de simultaneidade. Claro que há coisas que podem e são simultâneas, mas essas não nos dão angústia, porque não exigem decisão. É a escolha que nos angustia, que nos tira do centro, que nos faz repensar valores, prioridades, responsabilidades. É para isso mesmo que vivemos o dilema das decisões, para nosso autoconhecimento. O desconforto da escolha nada mais é do que um chacoalhão para sairmos de nosso espaço já conhecido e muito habitado de mundo e nos aventurarmos a olhar um cenário mais amplo da vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Há todo um potencial contido em cada escolha. As coisas podem não correr do jeito que pensamos e até podemos concluir que aquele caminho foi um erro. Porém, de fato, todo caminho nos ajuda a compreender um pouco mais dessa habilidade incrível que é caminhar. E a chave para abrir esse portal de oportunidades são as escolhas. Cada decisão nos leva a inéditos conceitos sobre quem somos e o que queremos, mesmo que nossa escolha seja manter tudo como está &#8211; isso fala mais de nós do que imaginamos. Eleger algo é definir que tipo de vida queremos naquele momento.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-342"></span></p>
<p style="text-align:justify;">O tema da tomada de decisão não é uma angústia nova, ao contrário. Desde o começo de toda a filosofia que muitos pensadores já se debruçaram sobre o tema e nos inspiraram com suas reflexões. Platão nos conta que Sócrates, em seu último dia de vida, ao aconselhar um de seus discípulos sobre decisões futuras, disse: &#8220;Faça o que achar melhor, desde que venha a se arrepender um dia.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Esse é conselho de mestre mesmo. Não escreva na pedra, escreva na areia. As coisas vão mudar, então esteja preparado para mudar com elas. Uma decisão revela sobre você e seu momento, não é um epíteto que define como será o resto de sua vida. Tudo é transitório, assim como nossas decisões. A experiência mais interessante é decidir com desapego. Tanto de abrir mão daquilo que não foi escolhido, como ser capaz de lidar com a impermanência do que foi. As coisas mudam. A gente estuda e depois vai trabalhar com outras coisas. Casa e descasa. Tem filhos que um dia vão embora viver suas próprias escolhas.</p>
<p style="text-align:justify;">Podemos escolher e viver a escolha enquanto seu prazo de validade vigorar. Depois, é preciso passar para o próximo estágio, fluir na correnteza da existência e perceber que as decisões também mudam. O que acho mais interessante no conselho de Sócrates não é a sábia contradição de se arrepender um dia, mas a primeira parte do conselho: &#8220;Faça o que achar melhor&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse é um luxo ao qual raramente nos damos o direito e o deleite. Fazemos escolhas baseados no que esperam de nós, o que achamos que é o mais sensato, o mais razoável, o que o dever nos cobra, etc. Contudo, só ocasionalmente temos o foco em fazer o que achamos melhor para nós. O que nosso coração clama. Por isso o conflito é ainda maior, porque temos receio de seguir nosso desejo e nos vemos enredados pela trama da cultura que nos conta o que é o melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">Então abandonamos a mochila no armário e vestimos o uniforme de sérios e responsáveis, sem perceber que a maior irresponsabilidade é não darmos ouvidos ao nosso projeto mais pessoal de vida. Somos frutos de nossas escolhas e é sempre tempo de aplicarmos mais sabedoria e menos conhecimento, mais coração e menos razão, mais sensibilidade e menos responsabilidade. Não é tirar isso tudo, é diminuir o volume, fazer uma fórmula mais baseada nos impulsos internos e não nos compromissos externos. Naturalmente, isso também é uma decisão que nos cabe tomar.</p>
<p style="text-align:justify;">*Dulce Magalhães é sócia da Work Educação Empresarial e assina a coluna Carta de Floripa na edição mensal da Revista AMANHÃ</p>
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